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Título: A produção das oclusivas desvozeadas do inglês por aprendizes brasileiros: uma análise acústica
Autor(es): Souza, Aline de
Orientador(es): Engelbert, Ana Paula Petriu Ferreira
Palavras-chave: Língua inglesa - Pronúncia estrangeira
Língua inglesa - Estudo e ensino - Falantes estrangeiros
Aquisição da segunda língua
English language - Pronunciation by foreign speakers
English language - Study and teaching - Foreign speakers
Second language acquisition
Data do documento: 5-Jun-2012
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Curitiba
Citação: SOUZA, Aline de. A produção das oclusivas desvozeadas do inglês por aprendizes brasileiros: uma análise acústica. 2012. 65 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2012.
Resumo: A língua inglesa é considerada hoje uma língua franca, pois cada vez mais pessoas de diferentes países têm aprendido esse idioma a fim de se comunicarem internacionalmente. De acordo com Jenkins (2000), com essa grande quantidade de falantes de inglês não há mais a necessidade da pronúncia ser idêntica à de um nativo, pois o objetivo é somente a inteligibilidade na comunicação. Sob essa perspectiva de inglês como língua franca, o ensino de pronúncia de língua inglesa deveria ser focalizado nos elementos que possam causar problemas na comunicação. Também, deve-se atentar para como a língua materna do indivíduo pode contribuir ou interferir para o aprendizado do segundo idioma. No âmbito dos estudos da aquisição de segunda língua, Flege (1999, 2007 e 2011), Major (1987 e 2001) e MacWhinney (2004) consideram que a primeira língua do aprendiz pode causar interferências na produção da L2 até um certo ponto da aprendizagem, porém, após esse momento inicia-se a etapa de desenvolvimento. Este trabalho se propõe a analisar a partir da análise acústica a produção de um elemento em palavras do inglês por aprendizes brasileiros em comparação com a produção de nativos do inglês. O principal objetivo desta pesquisa foi o de verificar como os brasileiros produzem a aspiração em palavras monossílabas iniciadas com as consoantes oclusivas desvozeadas /p/, /t/ e /k/. Foram gravados dez aprendizes de inglês de nível intermediário de proficiência e duas falantes nativas na leitura de uma frase veículo contendo as palavras-alvo. Outros aspectos analisados foram se a diferença na duração da aspiração entre os três sons e se a vogal seguinte à consoante interfere na taxa de aspiração. Depois de submeter os dados à análise acústica, descobriu-se que os informantes produziram taxas de aspiração muito baixas, assemelhando-se com a língua portuguesa. Em comparação com os dados dos falantes nativos, a consoante /k/ foi a mais aspirada, /p/ a menos, e a vogal /I/ colaborou para o aumento da aspiração somente na produção dos falantes brasileiros.
Abstract: The English language is considered a lingua franca nowadays because more and more people from different countries have learned this language to communicate internationally. According to Jenkins (2000) with this huge quantity of English speakers there is no need for their pronunciation to be nativelike anymore. The main aim concerning pronunciation then is to be intelligible. Under this view of English as a lingua franca, the teaching of English pronunciation should be focused on the elements that could cause problems in communication. Also, it should be focused in how the learner’s first language can contribute or interfere in second language learning. In the studies of Second Language Aquisition, Flege (1999, 2007, 2011), Major (1987, 2001) and MacWhinney (2004) consider that the learner’s L1 can cause interference in L2 production until a certain point in acquisition, decreasing influence in further stages of development. This project aims to analyze through acoustic analysis the production of an element in English words by Brazilian learners in comparison to the native production. The main aim of this research was to verify how Brazilians are producing aspiration in monosyllabic words which begin with voiceless consonant stops, /p/, /t/ and /k/. Ten learners of English at intermediate level of proficiency and two native speakers were recorded at reading a career sentence containing the target words. Other aspects analyzed were if there was difference in duration of aspiration in relation to the three consonants and if the vowel after the consonant interfered in the aspiration rates. After submitting the data to acoustic analysis it was found that the subjects have produced shorter aspiration rates, which are similar to those produced in BP. In comparison with the native speakers’ data, the consonant /k/ was more aspirated and the vowel /I/ helped to increase aspiration only in the Brazilian speakers’ production.
URI: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/8973
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