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Título: Cálculo da distância entre cristas em digitais neonatais para o aprimoramento de fatores de redimensionamento
Título(s) alternativo(s): Ridge distance calculation in neonatal fingerprints for resizing factors enhancement
Autor(es): Silva, Alison Oliveira da
Orientador(es): Southier, Luiz Fernando Puttow
Palavras-chave: Biometria
Identificação biométrica
Recém-nascidos
Impressão digital (Computação)
Processamento de imagens
Biometry
Biometric identification
Newborn infants
Textile printing
Infrared photography
Data do documento: 24-Jun-2026
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Pato Branco
Citação: SILVA, Alison Oliveira da. Cálculo da distância entre cristas em digitais neonatais para o aprimoramento de fatores de redimensionamento. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia de Computação) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco, 2026.
Resumo: A identificação biométrica de recém-nascidos e lactentes é um desafio técnico devido à diferença de tamanho entre as impressões digitais infantis e os sistemas tradicionais de reconhecimento, que são calibrados para adultos. Para contornar esse problema, este trabalho investiga e compara diferentes métodos de cálculo da distância entre as cristas para formular fatores de redimensionamento de imagem. A metodologia avalia cinco cenários experimentais. Os dois primeiros representam abordagens da literatura, utilizando um fator de escala fixo e fatores separados por faixas etárias. Os outros três cenários propõem equações matemáticas contínuas baseadas na idade exata da criança, utilizando cálculo no domínio espacial, em frequência e um método de referência aplicado a um banco de dados de alta resolução. As imagens neonatais foram redimensionadas por interpolação bicúbica e testadas em suas versões originais e segmentadas. O desempenho dos métodos foi avaliado a partir da qualidade das imagens pela métrica NFIQ 2 e da precisão do reconhecimento biométrico pelas taxas TAR e FAR. Os resultados mostram que as imagens segmentadas apresentam desempenho superior em todos os casos. Além disso, a aplicação das equações contínuas, especialmente nos métodos de frequência e de referência, aumentou a qualidade visual das impressões digitais em comparação com os métodos estáticos da literatura. No entanto, para bebês de até seis meses de idade, esse aumento de qualidade não gerou ganhos na mesma proporção durante o reconhecimento, e as TAR alcançaram valores muito parecidos em todos os testes. Conclui-se que, mesmo com taxas de reconhecimento semelhantes nas fases iniciais, o redimensionamento contínuo individualizado pela idade gera imagens com melhor qualidade geral e mantém a estabilidade do sistema de identificação durante todo o crescimento da criança.
Abstract: The biometric identification of newborns and infants is a technical challenge due to the size difference between infant fingerprints and traditional recognition systems, which are calibrated for adults. To overcome this problem, this work investigates and compares different ridge distance calculation methods to formulate image scaling factors. The methodology evaluates five experimental scenarios. The first two represent approaches from the literature, using a fixed scaling factor and factors separated by age groups. The other three scenarios propose continuous mathematical equations based on the exact age of the child, using spatial domain calculation, frequency domain calculation, and a reference method applied to a high-resolution database. The neonatal images were resized using bicubic interpolation and tested in their original and segmented versions. The performance of the methods was evaluated based on image quality using the NFIQ 2 metric and biometric recognition accuracy through TAR and FAR rates. The results show that segmented images present superior performance in all cases. Furthermore, the application of continuous equations, especially in the frequency and reference methods, increased the visual quality of the fingerprints compared to the static methods from the literature. However, for babies up to six months old, this increase in quality did not generate proportional gains during recognition, and the TAR reached very similar values across all tests. It is concluded that, even with similar recognition rates in the initial phases, continuous resizing individualized by age generates images with better overall quality and maintains the stability of the identification system throughout the child’s growth.
URI: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/40822
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