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dc.creatorWallau, Angélica Servegnini de-
dc.date.accessioned2022-04-04T16:35:26Z-
dc.date.available2022-04-04T16:35:26Z-
dc.date.issued2021-08-13-
dc.identifier.citationWALLAU, Angélica Servegnini de. Meu quintal é meu laboratório: vivências em agroecologia de agricultoras camponesas no sudoeste do Paraná. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pato Branco, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/27807-
dc.description.abstractThis study analyzed the experiences in agroecology of female peasant farmers in the Southwest of Paraná, Southern Brazil. The research carried out is qualitative, through the method of topical life history, developed through participant observation and semi-structured interviews. The interlocutors were seven peasant farmers, involved with agroecology and inserted in the spaces of production, socialization and commercialization, in a circuit of four open fairs. It is noteworthy as a result that, in relation to social gender roles, all women are crossed by hierarchies and structural delegitimization of the patriarchal model in agriculture. The reports showed that, in most cases, women are the most enthusiastic and the ones who started working with agroecology, and when they are not, this is mainly due to the overload due to the increase in the workday without the accomplishment the sexual division of work in the family. When observed, in the interlocutors' trajectory, the sale of rural property or the concerns caused by the imminent departure of one of the successors of the property and productive activity, are male decisions that put an end to agroecological production. It is noteworthy that, from the adherence to agroecology, there were changes that resulted in the recognition of the work and the leading role of the interlocutors, providing greater autonomy and changing some of the models and expectations of their fathers, husbands, brothers, partners and children. However, it is still men who are in public spaces for marketing and technical training.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectMulheres do campopt_BR
dc.subjectTrabalhadores ruraispt_BR
dc.subjectEcologia agrícolapt_BR
dc.subjectRural womenpt_BR
dc.subjectAgricultural laborerspt_BR
dc.subjectAgricultural ecologypt_BR
dc.titleMeu quintal é meu laboratório: vivências em agroecologia de agricultoras camponesas no sudoeste do Paranápt_BR
dc.title.alternativeMy backyard is my laboratory: experiences in agroecology of peasant women farmers in the southwest of Paranápt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoEste estudo analisou as vivências em agroecologia de agricultoras camponesas no Sudoeste Paranaense, região Sul do Brasil. A pesquisa realizada é qualitativa, por meio do método de história de vida tópica, desenvolvida através de observação participante e de entrevistas semiestruturadas. As interlocutoras foram sete agricultoras camponesas, envolvidas com a agroecologia e inseridas nos espaços de produção, socialização e comercialização, em um circuito de quatro feiras livres. Destaca-se como resultado que, em relação aos papéis sociais de gênero, todas as mulheres são atravessadas por hierarquizações e deslegitimações estruturais do modelo patriarcal na agricultura. Os relatos demonstraram que, na maioria dos casos, são as mulheres as maiores entusiastas e as que iniciaram o trabalho com a agroecologia, e quando não são, isso se deve, principalmente, à sobrecarga em virtude do aumento da jornada de trabalho sem a realização da divisão sexual do trabalho na família. Quando observado, na trajetória das interlocutoras, a venda da propriedade rural ou as inquietações causadas pela iminente saída de um dos sucessores da propriedade e da atividade produtiva, são decisões masculinas que colocam fim à produção agroecológica. Ressalta-se que, a partir da adesão à agroecologia, ocorreram modificações que resultaram no reconhecimento do trabalho e no protagonismo das interlocutoras, propiciando maior autonomia e alterando alguns dos modelos e as expectativas de seus pais, maridos, irmãos, companheiros e filhos. No entanto, ainda são os homens que estão nos espaços públicos de comercialização e de capacitação técnica.pt_BR
dc.degree.localPato Brancopt_BR
dc.publisher.localPato Brancopt_BR
dc.contributor.advisor1Wedig, Josiane Carine-
dc.contributor.referee1Kempf, Renata Borges-
dc.contributor.referee2Vargas, Thiago de Oliveira-
dc.contributor.referee3Wedig, Josiane Carine-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento Acadêmico de Ciências Agráriaspt_BR
dc.publisher.programAgronomiapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApt_BR
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