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dc.creatorPereira, Pedro Filipe da Conceição-
dc.date.accessioned2021-05-28T17:07:29Z-
dc.date.available2021-05-28T17:07:29Z-
dc.date.issued2021-03-23-
dc.identifier.citationPEREIRA, Pedro Filipe da Conceição. Determinação de zonas de conforto térmico por meio da análise comparativa entre diferentes métodos de caraterização de pessoas termicamente insatisfeitas. 2021. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/25061-
dc.description.abstractTo maintain thermal comfort and preserve the indoor environmental quality, human beings sometimes use heating, ventilation and air-conditioning (HVAC) systems. However, due to the global energy crisis, buildings must be prepared not only to provide adequate thermal comfort to their occupants but also to align strategies that enable better energy performance. To this end, this work aimed to determine thermal comfort zones (TCZ) by using different methods of characterization of thermally dissatisfied people. Responses were collected from 481 students, through the application of questionnaires during classroom activities, in the Brazilian winter of 2019. Three methods of determining dissatisfied were adopted, which generated three different equations for the percentage of thermal dissatisfied, named here: APD_1; APD_2 and APD_3, based on the original PPD equation. Using the probit model, three TCZs were calculated: 17.73°C - 22.4°C (APD_1); 20.71°C - 20.93°C (APD_2) and 17.89°C - 24.83°C (APD_3), in addition to a zone based on the linear regression between the thermal sensation votes and the operative temperature of 18.77°C - 22.69°C. All thermal comfort zones resulting from this work have colder temperatures than that indicated by the ASHRAE standard (2017) of 23ºC - 26ºC for the winter, showing the potential for energy savings from the adoption of this type of strategy, while maintaining thermal comfort, since comfort zones were formulated to comply with category B of ISO 7730 (2005).pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_BR
dc.subjectAnálise térmicapt_BR
dc.subjectConforto humanopt_BR
dc.subjectEnergia - Conservaçãopt_BR
dc.subjectThermal analysispt_BR
dc.subjectHuman comfortpt_BR
dc.subjectEnergy conservationpt_BR
dc.titleDeterminação de zonas de conforto térmico por meio da análise comparativa entre diferentes métodos de caraterização de pessoas termicamente insatisfeitaspt_BR
dc.title.alternativeDetermination of thermal comfort zones through comparative analysis between different methods of characterization of thermally dissatisfied peoplept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoPara manter o conforto térmico e preservar a qualidade ambiental interior de ambientes, por vezes, o ser humano faz uso de sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC). No entanto, devido à crise energética mundial, as edificações devem estar preparadas não somente para proporcionar o conforto térmico adequado aos seus ocupantes, como alinhar estratégias que possibilitem melhor desempenho energético. Nesse intuito, este trabalho teve como objetivo determinar zonas de conforto térmico (TCZ) a partir de diferentes métodos de caracterização de insatisfeitos térmicos. Foram coletadas respostas de 481 estudantes, por meio da aplicação de questionários durante atividades em salas de aula, no inverno brasileiro de 2019. Foram adotados três métodos de determinação de insatisfeitos que geraram três diferentes equações de porcentagem de insatisfeitos térmicos, aqui denominados: APD_1; APD_2 e APD_3, com base na equação original do Predicted Percentage of Dissatisfied (PPD). Por meio do modelo probit, três TCZ foram calculadas: 17,73°C - 22,4°C (APD_1); 20,71°C - 20,93°C (APD_2) e 17,89°C - 24,83°C (APD_3), além de uma zona baseado na regressão linear entre os votos de sensação térmica e a temperatura operativa, de 18,77°C - 22,69°C. Todas as zonas de conforto térmico resultantes deste trabalho possuem temperaturas mais frias que a indicada pelo padrão ASHRAE (2017) de 23ºC - 26ºC para o inverno, mostrando a potencial economia energética na adoção deste tipo de estratégia, mantendo simultaneamente o conforto térmico já que as zonas de conforto foram formuladas para estarem de acordo com a categoria B da ISO 7730 (2005).pt_BR
dc.degree.localPonta Grossapt_BR
dc.publisher.localPonta Grossapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-5995-9898pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2079879260990369pt_BR
dc.contributor.advisor1Broday, Evandro Eduardo-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6613-7657pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3081993628696990pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Xavier, Antonio Augusto de Paula-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1328761093168892pt_BR
dc.contributor.referee1Broday, Evandro Eduardo-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6613-7657pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3081993628696990pt_BR
dc.contributor.referee2Braghini Junior, Aldo-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9388-3073pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1542491584454798pt_BR
dc.contributor.referee3Colmenero, João Carlos-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-0759-568Xpt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0149134194151779pt_BR
dc.contributor.referee4Silva, Manuel Carlos Gameiro da-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0003-0739-9811pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttps://orcid.org/0000-0003-0739-9811pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Produçãopt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAOpt_BR
dc.subject.capesEngenharia/Tecnologia/Gestãopt_BR
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