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dc.creatorBoeck, Jociane Mior-
dc.date.accessioned2026-08-26T22:51:55Z-
dc.date.available2026-08-26T22:51:55Z-
dc.date.issued2026-04-30-
dc.identifier.citationBOECK, Jociane Mior. Avaliação da estabilidade da enzima xilanase em rações de aves. 2026. Dissertação (Mestrado em Tecnologias em Biociências) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Toledo, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/41208-
dc.description.abstractThis study aimed to evaluate the stability and kinetics of xylanase activity in poultry feed in mash and pelleted forms, considering the effects of processing and storage on enzyme functionality. Feed samples were subjected to pelleting and subsequently stored for up to 10 days under controlled conditions of temperature (3040 °C) and relative humidity (60 70%). Enzymatic activity was determined using the 3,5-dinitrosalicylic acid (DNS) method, and data were analyzed through linear regression, exponential decay modeling, and two-way analysis of variance. The results showed an initial reduction in enzymatic activity after pelleting, attributed to thermal and mechanical stress. During storage, a progressive decrease in xylanase activity was observed in both feed forms, with greater losses in mash feed (50.8%) compared to pelleted feed (28.9%) after 10 days. Kinetic analysis indicated that enzyme degradation followed first-order behavior, with a higher decay constant in mash feed. Statistical analysis confirmed significant effects of feed form, storage time, and their interaction on enzymatic activity. It is concluded that although pelleting causes initial activity losses, pelleted feed provides greater enzyme stability during storage. Therefore, the effectiveness of enzyme supplementation depends not only on resistance to processing but also on maintaining activity over time, highlighting the importance of storage conditions and enzyme protection strategies.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.enpt_BR
dc.subjectRaçõespt_BR
dc.subjectEnzimaspt_BR
dc.subjectProdutos agrícolas - Armazenamentopt_BR
dc.subjectFeedspt_BR
dc.subjectEnzymespt_BR
dc.subjectFarm produce - Storagept_BR
dc.titleAvaliação da estabilidade da enzima xilanase em rações de avespt_BR
dc.title.alternativeEvaluation of the stability of the xylanase enzyme in poultry feedspt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoO presente estudo teve como objetivo avaliar a estabilidade e a cinética da atividade da enzima xilanase em rações para aves nas formas farelada e peletizada, considerando os efeitos do processamento e do armazenamento sobre sua funcionalidade. Amostras de ração foram submetidas ao processo de peletização e posteriormente armazenadas por 10 dias sob condições controladas de temperatura (30 40 °C) e umidade relativa (60 70%). A atividade enzimática foi determinada pelo método do ácido 3,5-dinitrosalicílico (DNS), e os dados foram analisados por meio de regressão linear, modelo exponencial de decaimento e análise de variância bifatorial.Os resultados indicaram redução inicial da atividade enzimática após a peletização, atribuída ao estresse térmico e mecânico do processo. Durante o armazenamento, observou-se diminuição progressiva da atividade da xilanase em ambas as formas físicas, sendo mais acentuada na ração farelada, que apresentou redução de 50,8%, enquanto a ração peletizada apresentou perda de 28,9% ao final de 10 dias. A análise cinética demonstrou que a degradação da enzima segue comportamento de primeira ordem, com maior constante de decaimento na ração farelada. A análise estatística confirmou efeitos significativos do tipo de ração, do tempo de armazenamento e da interação entre esses fatores sobre a atividade enzimática. Conclui-se que, embora a peletização promova perdas iniciais, a forma peletizada proporciona maior estabilidade da xilanase durante o armazenamento. Assim, a eficácia da suplementação enzimática depende não apenas da resistência ao processamento, mas também da manutenção da atividade ao longo do tempo, destacando a importância do controle das condições de armazenamento e do uso de estratégias de proteção enzimática.pt_BR
dc.degree.localToledopt_BR
dc.publisher.localToledopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0008-1324-7447pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/9442896658009176pt_BR
dc.contributor.advisor1Colombo, Karina Graziella Fiametti-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7698-0437pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5713011982252365pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Arruda, Priscila Vaz de-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2831-2300pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttps://lattes.cnpq.br/1583339937667600pt_BR
dc.contributor.referee1Colombo, Karina Graziella Fiametti-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7698-0437pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5713011982252365pt_BR
dc.contributor.referee2Dalposso, Gustavo Henrique-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2097-5748pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/8040071176709565pt_BR
dc.contributor.referee3Hasan, Salah Din Mahmud-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-7107-702Xpt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4225442402720592pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Tecnologias em Biociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIASpt_BR
dc.subject.capesBiotecnologiapt_BR
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