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dc.creatorMuniz, Victor Manuel Ignacio Gallardo-
dc.date.accessioned2026-07-06T12:39:17Z-
dc.date.available2029-06-01-
dc.date.available2026-07-06T12:39:17Z-
dc.date.issued2026-03-31-
dc.identifier.citationMUNIZ, Victor Manuel Ignacio Gallardo. Antifungal activity of lipids from Antarctic filamentous fungi against human and plant pathogens. 2026. Tese (Doutorado em Biotecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/40707-
dc.descriptionPrograma de Doctorado en Ciencias de Recursos Naturales, Univerisdad de La Frontera / Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.description.abstractFungal diseases represent an increasing global threat, causing more than 1.7 million deaths annually and severe agricultural losses estimated at over USD 220 billion each year. The search for new antifungal agents with novel mechanisms of action is therefore both necessary and urgent. Antarctica is characterised by extreme environmental conditions and harbours unique microbial communities adapted to low temperatures, high salinity and oligotrophic conditions, making it an exceptional natural laboratory for discovering bioactive compounds. The present study was based on the hypothesis: “Antarctic filamentous fungi are a source of lipids, such as fatty acids, with antifungal properties against human and plant pathogenic fungi, and low ecotoxicity under in vivo conditions”. In this sense, the main objective was: “To explore both the antifungal properties and the ecotoxicity level of lipids from the cellular membrane of Antarctic filamentous fungi against both human and plant pathogenic fungi.” To address this hypothesis, three specific objectives were pursued. Ecological and taxonomic analyses (SO1) showed that cultivable fungal communities are shaped not by a single edaphic gradient but by the combined influence of multiple soil properties across vegetation contexts. In addition, this study represents a first characterisation of cultivable Antarctic filamentous fungi from Fildes Bay (Antarctica), integrating diversity and biotechnological potential. Chemical analyses (SO2) show that lipid extracts obtained from Antarctic filamentous fungi exhibit complex lipid profiles rich in fatty acids, reflecting adaptation to cold environments. Also, the results highlight the importance of selecting appropriate extraction methods to obtain reliable lipid profiles Antifungal assays (SO3) indicated that Antarctic fungal lipids may influence fungal development while remaining within an ecologically tolerable toxicity, supporting their potential compatibility with sustainable applications within a One Health approach.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0pt_BR
dc.subjectFungospt_BR
dc.subjectLipídiospt_BR
dc.subjectÁcidos graxospt_BR
dc.subjectAntimicóticospt_BR
dc.subjectTestes de toxicidadept_BR
dc.subjectAntártidapt_BR
dc.subjectFungipt_BR
dc.subjectLipidspt_BR
dc.subjectFatty acidspt_BR
dc.subjectAntifungal agentspt_BR
dc.subjectToxicity testingpt_BR
dc.subjectAntarcticapt_BR
dc.titleAntifungal activity of lipids from Antarctic filamentous fungi against human and plant pathogenspt_BR
dc.title.alternativeAtividade antifúngica de lipídios de fungos filamentosos da Antártida contra patógenos humanos e de plantaspt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.description.resumoAs doenças fúngicas representam uma ameaça global crescente, causando mais de 1,7 milhão de mortes anuais e severas perdas agrícolas estimadas em mais de USD 220 bilhões por ano. A busca por novos agentes antifúngicos com mecanismos de ação inovadores é, portanto, necessária e urgente. A Antártica é caracterizada por condições ambientais extremas e abriga comunidades microbianas únicas adaptadas a baixas temperaturas, alta salinidade e condições oligotróficas, tornando-se um laboratório natural excepcional para a descoberta de compostos bioativos. O presente estudo foi baseado na hipótese: “Fungos filamentosos antárticos são uma fonte de lipídios, como ácidos graxos, com propriedades antifúngicas contra fungos patogênicos humanos e de plantas, e baixa ecotoxicidade em condições in vivo”. Nesse sentido, o objetivo principal foi: “Explorar tanto as propriedades antifúngicas quanto o nível de ecotoxicidade dos lipídios da membrana celular de fungos filamentosos antárticos contra fungos patogênicos humanos e de plantas”. Para abordar essa hipótese, três objetivos específicos foram desenvolvidos. As análises ecológicas e taxonômicas (OE1) mostraram que as comunidades fúngicas cultiváveis não são estruturadas por um único gradiente edáfico dominante, mas pela influência combinada de múltiplas propriedades do solo em diferentes contextos de vegetação. Além disso, este estudo representa a primeira caracterização de fungos filamentosos antárticos cultiváveis da Baía Fildes (Antártica), integrando diversidade e potencial biotecnológico. As análises químicas (OE2) mostram que os extratos lipídicos obtidos a partir de fungos filamentosos antárticos apresentam perfis lipídicos complexos ricos em ácidos graxos, refletindo sua adaptação a ambientes frios. Além disso, os resultados destacam a importância de selecionar métodos de extração adequados para obter perfis lipídicos confiáveis. Os ensaios antifúngicos (OE3) indicaram que os lipídios de fungos antárticos podem influenciar o desenvolvimento fúngico, mantendo-se dentro de níveis de toxicidade ecologicamente toleráveis, o que apoia seu potencial de compatibilidade com aplicações sustentáveis dentro de uma abordagem Uma Saúde.pt_BR
dc.degree.localPonta Grossapt_BR
dc.publisher.localPonta Grossapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0003-7126-5081pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/7444367454882293pt_BR
dc.contributor.advisor1Vicente, Vania Aparecida-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2953-4861pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/4249745412538721pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Bittencourt, Juliana Vitoria Messias-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9575-3675pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5844979052853050pt_BR
dc.contributor.referee1Vicente, Vania Aparecida-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2953-4861pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4249745412538721pt_BR
dc.contributor.referee2Fuentealba, Alex Mauricio Seguel-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-1415-0339pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttps://orcid.org/0000-0002-1415-0339pt_BR
dc.contributor.referee3Santos, Cledir Rodrigues-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-4681-0941pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttps://lattes.cnpq.br/6501105780852347pt_BR
dc.contributor.referee4Kress, Marcia Regina von Zeska-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0003-1239-7722pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttps://lattes.cnpq.br/8032658250894594pt_BR
dc.contributor.referee5Diaz, Marjorie Marianela Reyes-
dc.contributor.referee5IDhttps://orcid.org/0000-0001-5747-1565pt_BR
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7665260087652329pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologiapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.subject.capesBiotecnologiapt_BR
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