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dc.creatorSilingovschi, Gabriel Resquin-
dc.date.accessioned2026-04-14T22:00:38Z-
dc.date.available2026-04-14T22:00:38Z-
dc.date.issued2025-12-08-
dc.identifier.citationSILINGOVSCHI, Gabriel Resquin. Influência do óleo automotivo nas propriedades mecânicas e na estrutura de correias sincronizadoras. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia de Materiais) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Londrina, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/40150-
dc.description.abstractTiming belts are elastomer-based composite components reinforced with continuous fibers and, in modern three-cylinder engines, have increasingly been operated immersed in oil (“belt-in-oil”), a solution that offers reduced noise, greater flexibility, and lower mass. However, reports of premature failures have raised concerns. This study was motivated by a real case in which a timing belt with a projected lifespan of 240,000 km failed at 110,000 km. It was considered that improper tension, pulley misalignment, shock loads, and possible interaction with engine oil could have contributed to the rupture. The investigation followed a two-stage methodology. In the first stage, a stereoscopic fractographic analysis of the failed belt was carried out to identify the dominant rupture mechanisms. In the second stage, experimental tests were conducted on samples immersed in 0W20 oil, with and without additives, for 60 days at room temperature. After aging, the samples were evaluated for dimensional changes, mass gain, Shore D hardness, and possible chemical modifications via FTIR, enabling comparison between the virgin and oil-exposed states. The fractography revealed typical mechanical failure mechanisms such as fiber pull-out, shear at the tooth root, and asymmetric wear, all consistent with overload and misalignment, with no indications of oil-induced chemical degradation. In the laboratory tests, dimensional variations remained below 2%, mass gain ranged from 1.1% to 1.4%, hardness decreased by about 2 Shore D units, and FTIR showed no structural alterations, with spectral differences attributed solely to superficial oil adsorption. The results indicate that oil exposure did not promote significant material degradation under the evaluated conditions, and that the premature failure is more strongly associated with mechanical factors rather than the “belt-in-oil” environment.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectCorreias de distribuiçãopt_BR
dc.subjectElastômerospt_BR
dc.subjectMateriais compósitospt_BR
dc.subjectAnálise de falhas (Engenharia)pt_BR
dc.subjectÓleos lubrificantespt_BR
dc.subjectTiming beltspt_BR
dc.subjectElastomerspt_BR
dc.subjectComposite materialspt_BR
dc.subjectFailure analysis (Engineering)pt_BR
dc.subjectLubricating oilspt_BR
dc.titleInfluência do óleo automotivo nas propriedades mecânicas e na estrutura de correias sincronizadoraspt_BR
dc.title.alternativeInfluence of autormive oil on the mechanical properties and structure of timing beltspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoCorreias sincronizadoras são compostos elastoméricos reforçados com fibras contínuas e, em motores modernos de três cilindros, passaram a operar imersas em óleo (“belt-in-oil”), solução que oferece menor ruído, maior flexibilidade e redução de massa. Entretanto, casos de falhas prematuras têm sido relatados. Este estudo foi motivado por um caso real no qual uma correia projetada para 240 mil km rompeu aos 110 mil km. Considerou-se que tensão inadequada, desalinhamento, cargas de choque e possível interação com o óleo poderiam ter contribuído para a ruptura. A investigação foi baseada em uma metodologia estruturada em duas etapas. Na primeira, realizou-se uma análise fractográfica em estereoscópio da correia falhada, visando identificar os mecanismos e fatores de ruptura. Na segunda, foram conduzidos ensaios experimentais em amostras imersas em óleo 0W20, com e sem aditivos, por 60 dias em temperatura ambiente. Após o envelhecimento, as amostras foram avaliadas quanto às variações dimensionais, ganho de massa, dureza Shore D e possíveis modificações químicas por FTIR, permitindo comparar o estado virgem com o pós-imersão. A fractografia revelou mecanismos típicos de falha mecânica, como pull-out de fibras, cisalhamento na raiz dos dentes e desgaste assimétrico, compatíveis com sobrecarga e desalinhamento, sem indícios de degradação química. Nos ensaios laboratoriais, observaram-se variações dimensionais inferiores a 2%, ganhos de massa de 1,1% a 1,4%, redução da dureza superficial e ausência de alterações estruturais no FTIR, onde as diferenças foram atribuídas à adsorção superficial do óleo. Os resultados indicam que o óleo não promoveu degradação significativa do material nas condições avaliadas, e que a falha prematura está mais relacionada a fatores mecânicos do que ao ambiente “belt-in-oil”.pt_BR
dc.degree.localLondrinapt_BR
dc.publisher.localLondrinapt_BR
dc.contributor.advisor1Peres, Fabiano Moreno-
dc.contributor.referee1Peres, Fabiano Moreno-
dc.contributor.referee2Rosário, Francisco-
dc.contributor.referee3Vieira, Délia do Carmo-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programEngenharia de Materiaispt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE MATERIAIS E METALURGICApt_BR
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