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dc.creatorSelhorst, Gabriele-
dc.date.accessioned2026-04-08T17:19:44Z-
dc.date.available2026-04-08T17:19:44Z-
dc.date.issued2026-03-17-
dc.identifier.citationSELHORST, Gabriele. Avaliação da força, resistência e flexibilidade de tronco em mulheres praticantes de corrida de rua com e sem dor lombar crônica: estudo observacional transversal. 2026. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/40051-
dc.description.abstractBackground: Street running is one of the most practiced physical activities worldwide. With the increase in training volume and intensity, it can lead to greater mechanical overload on the lumbar spine, favoring the development of chronic low back pain (CLBP), which has a prevalence of 22.57% in runners. CLBP may be associated with reduced strength, endurance, range of motion, and flexibility of the trunk and lower limbs. Objective: This study aimed to evaluate and compare trunk strength, endurance, and flexibility in female runners with and without CLBP, as well as to investigate the association of these variables with the presence of low back pain. Methods: An analytical cross-sectional observational study was conducted with female runners aged 20 to 50 years, participating in 5 km, 10 km, or 21 km races in Curitiba-PR (2024– 2025). Participants were divided into two groups: Chronic low back paingroup (CLBPG) and a group without CLBP (WCLBPG). They underwent ultrasound assessment of muscle thickness for the rectus abdominis (RA), external oblique (EO), internal oblique (IO), transversus abdominis (TrA), and lumbar multifidus (LM) ; isometric strength of trunk flexors and extensors via handheld dynamometry ; trunk flexor and extensor endurance through specific tests ; and lumbar spine and lower limb range of motion (ROM) and flexibility using a fleximeter, the Schober test, and the sit-and-reach test. Data were analyzed in SPSS Statistics® using the Kolmogorov-Smirnov test (5% significance level), Student t test signed-rank and Student t test independent Wilcoxon signed-rank test, and Mann-Whitney U test, in addition to network analysis to evaluate centrality and inter-relations with pain. Results: Eighty-four runners (38.52±6.78 years) were evaluated; the CLBPG was characterized by a mean pain score of 6 ± 2.35 on the Numerical Rating Scale (NRS). Groups were homogeneous regarding age, anthropometric characteristics, and training volume (p > 0.05). Significant intergroup differences were found only in the RA thickness (CLBPG: 1,06±0,13; WCLBPG: 0,98±0,17; t = 2,250; p = 0,027). Deficits were observed in flexion torque (CLBPG: 57.15 ± 21.54 N·m; WCLBPG: 59.58 ± 19.14 N·m), extension torque (CLBPG: 69.28 ± 23.43 N·m; WCLBPG: 66.53 ± 20.81 N·m), and dynamic endurance, which was lower in the CLBPG (22.83 ± 7.81 vs. 27.17 ± 7.68; p = 0.013). Lumbar extension ROM was reduced in both groups (CLBPG: 31.56 ± 9.72°; WCLBPG: 35.61 ± 19.26°). In the network analysis, flexion torque showed the highest centrality (EI = 2.156), while pain was negatively associated with the multifidus (EI = –1.641) and dynamic endurance (EI = –0.544). Conclusion: Integrated findings suggest that CLBP in female runners ismore closely related to extensor strength deficits, reduced extension mobility, and alterations in deep stabilizing muscle function than to extrinsic training factors, pointing toward possible motor control impairment in the presence of CLBP.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_BR
dc.subjectDor lombarpt_BR
dc.subjectMulheres atletas - Avaliação de riscos de saúdept_BR
dc.subjectCorridas (Atletismo) - Aspectos fisiológicospt_BR
dc.subjectForça muscular -Testespt_BR
dc.subjectSistema musculoesquelético - Ferimentos e lesõespt_BR
dc.subjectLesões esportivas - Prevençãopt_BR
dc.subjectBackachept_BR
dc.subjectWomen athletes - Health risk assessmentpt_BR
dc.subjectRunning - Physiological aspectspt_BR
dc.subjectMuscle strength - Testingpt_BR
dc.subjectMusculoskeletal system - Wounds and injuriespt_BR
dc.subjectSports injuries - Preventionpt_BR
dc.titleAvaliação da força, resistência e flexibilidade de tronco em mulheres praticantes de corrida de rua com e sem dor lombar crônica: estudo observacional transversalpt_BR
dc.title.alternativeAssessment of strength, endurance, and flexibility of trunk in female runners with and without chronic low back pain: cross sectional studypt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoA corrida de rua é uma das atividades físicas mais praticadas mundialmente e, com o aumento do volume e da intensidade do treinamento, pode gerar maior sobrecarga mecânica sobre a coluna lombar, favorecendo o desenvolvimento de dor lombar crônica (DLC), cuja prevalência em corredores é de 22,57%. A dor lombar crônica pode estar associada à redução da força, resistência, amplitude de movimento e flexibilidade do tronco e membros inferiores. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar e comparar força, resistência e flexibilidade do tronco em mulheres corredoras com e sem DLC, bem como investigar a associação dessas variáveis com a presença de dor lombar. Trata-se de um estudo analítico observacional transversal, realizado com praticantes de corrida de 20 a 50 anos, participantes de provas de 5, 10 ou 21 km em Curitiba-PR (2024–2025). As participantes foram divididas em 2 grupos: com DLC (GDLC) e grupo sem DLC (GSDLC) submetidas à avaliação da espessura muscular do reto abdominal (RA), oblíquos externo (OE) e interno (OI), transverso do abdome (TRA) e multífido lombar (ML) por ultrassonografia; da força isométrica de flexores e extensores de tronco por dinamometria isométrica manual; da resistência abdominal e dos extensores do tronco por testes específicos; e da amplitude de movimento (ADM) e flexibilidade da coluna lombar e membros inferiores pelo flexímetro, teste de Schober e teste de sentar e alcançar. Os dados foram analisados no SPSS Statistics®, com teste de Kolmogorov-Smirnov e nível de significância de 5%, teste t de Student de uma amostra e amostras independentes, Wilcoxon de uma amostra, e Mann-Whitney para amostras independentes, além de análise em redes para avaliar centralidade e inter-relações com a dor. Foram avaliadas 84 corredoras (38,52±6,78 anos), sendo o grupo com dor lombar caracterizado por dor média de 6±2,35 na Escala Numérica de Dor (END). Os grupos foram homogêneos quanto à idade, características antropométricas e volume de treino (p>0,05). Foi encontrada diferença significativa entre GDLC e GSDLC somente na espessura do reto abdominal (1,06±0,13 vs 0,98±0,17; t = 2,250; p = 0,027) no teste t independente. Observou-se déficit de torque de flexão (GDLC: 57,15±21,54N·m GSDLC: 59,58±19,14N·m) e extensão (GDLC: 69,28±23,43 N.m, GSDLC: 66,53±20,81N.m) e menor resistência dinâmica no GDLC: 22,83±7,81 GSDLC: 27,17±7,68, p=0,013. A amplitude de movimento de extensão lombar foi reduzida (GDLC: 31,56±9,72° e GSDLC: 35,61±19,26°). Na análise em redes, o torque de flexão apresentou maior centralidade (EI=2,156), enquanto a dor associou-se negativamente aos multífidos (EI=–1,641) e à resistência dinâmica (EI=–0,544). De forma integrada, os achados sugerem que a DLC em corredoras está mais relacionada a déficits de força extensora, redução da mobilidade em extensão e alterações na função da musculatura estabilizadora profunda do que a fatores extrínsecos de treino, apontando para possível comprometimento do controle motor na presença de DLC.pt_BR
dc.degree.localCuritibapt_BR
dc.publisher.localCuritibapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0008-6182-9281pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6152314504863080pt_BR
dc.contributor.advisor1Macedo, Ana Carolina Brandt de-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1514-7887pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0598222321234166pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Zotz, Talita Gianello Gnoato-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0001-9974-7320pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4427394794843174pt_BR
dc.contributor.referee1Macedo, Ana Carolina Brandt de-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1514-7887pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0598222321234166pt_BR
dc.contributor.referee2Rodacki, Cintia de Lourdes Nahhas-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-4828-6824pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/4018122727392842pt_BR
dc.contributor.referee3Geremia, Jeam Marcel-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-8918-806Xpt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttps://lattes.cnpq.br/0077391619897733pt_BR
dc.contributor.referee4Zotz, Talita Gianello Gnoato-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0001-9974-7320pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4427394794843174pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.subject.capesEducação Físicapt_BR
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