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dc.creatorPolisini, Giuseppe Luigi-
dc.date.accessioned2026-03-10T13:19:55Z-
dc.date.available2026-03-10T13:19:55Z-
dc.date.issued2025-12-01-
dc.identifier.citationPOLISINI, Giuseppe Luigi. Influência de anticorrosivos na aderência aço-concreto. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Civil) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campo Mourão, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/39636-
dc.description.abstractThe performance of reinforced concrete structures depends directly on the bond between steel and concrete, since this mechanism ensures the transfer of stresses and the joint functioning of the materials. However, degradation processes—especially corrosion of the reinforcement—can compromise this interaction, reducing the lifespan of structures and increasing the risk of structural failures. Therefore, the use of anti-corrosion coatings applied directly to steel bars has become a widespread alternative in civil construction. However, it is still necessary to understand how these products interfere with steel-concrete bonding, especially in situations of reduced anchorage. In this study, the effect of two anti-corrosion coatings on the bond between CA-50 steel and concrete proportioned to 25 MPa was experimentally investigated through pull-out tests on cylindrical specimens. Bars without coating, bars with a cement-polymer-based reinforcement protector, and bars coated with a synthetic lead-based primer (red lead) were evaluated. The tests were performed with anchorage lengths of 23.7 and 15 centimeters. For the 23.7 centimeter anchorage length, the average rupture force of the uncoated bars was 14.96 kN. The bars with protective reinforcement showed 14.91 kN, while the bars coated with red lead reached 12.68 kN. For the 15 centimeter anchorage length, the average rupture force of the uncoated bars was 14.99 kN. The bars with protective reinforcement registered 11.32 kN, and those coated with red lead, 5.75 kN. It is concluded that the steel-concrete stress transfer is influenced by the type of coating and the extent of the available anchorage.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_BR
dc.subjectCorrosão e anticorrosivospt_BR
dc.subjectConcreto armadopt_BR
dc.subjectMateriais de construçãopt_BR
dc.subjectCorrosion and anti-corrosivespt_BR
dc.subjectReinforced concretept_BR
dc.subjectBuilding materialspt_BR
dc.titleInfluência de anticorrosivos na aderência aço-concretopt_BR
dc.title.alternativeInfluence of anti-corrosives on concrete steel adhesionpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoO desempenho das estruturas de concreto armado depende diretamente da aderência entre o aço e o concreto, uma vez que esse mecanismo garante a transferência de esforços e o funcionamento conjunto dos materiais. Contudo, processos de degradação — especialmente a corrosão das armaduras — podem comprometer essa interação, reduzindo a vida útil das estruturas e aumentando o risco de falhas estruturais. Diante disso, o uso de revestimentos anticorrosivos aplicados diretamente nas barras de aço tem se tornado uma alternativa difundida na construção civil. Entretanto, ainda é necessário compreender de que modo esses produtos interferem na aderência aço–concreto, sobretudo em situações de ancoragem reduzida. Neste estudo, investigou-se experimentalmente o efeito de dois revestimentos anticorrosivos na aderência entre o aço CA-50 e o concreto dosado para 25 MPa, por meio de ensaios de arrancamento em corpos de prova cilíndricos. Foram avaliadas barras sem revestimento, barras com protetor de armadura à base de cimento e polímeros, e barras revestidas com primer sintético à base de chumbo (zarcão). Os ensaios foram realizados com comprimentos de ancoragem de 23,7 e 15 centímetros. Para o comprimento de ancoragem de 23,7 centímetros, a força média de ruptura das barras sem revestimento foi de 14,96 kN. As barras com protetor de armadura apresentaram 14,91 kN, enquanto as barras revestidas com zarcão atingiram 12,68 kN, para o comprimento de ancoragem de 15 centímetros, a força média de ruptura das barras sem revestimento foi de 14,99 kN. As barras com protetor de armadura registraram 11,32 kN, e as revestidas com zarcão, 5,75 kN. Conclui-se que a transferência de tensões aço–concreto é influenciada pelo tipo de revestimento e pela extensão da ancoragem disponível.pt_BR
dc.degree.localCampo Mourãopt_BR
dc.publisher.localCampo Mouraopt_BR
dc.contributor.advisor1Surco, Douglas Fukunaga-
dc.contributor.advisor-co1Vecchi, Thelma Pretel Brandão-
dc.contributor.referee1Surco, Douglas Fukunaga-
dc.contributor.referee2Góes, Jorge Luís Nunes de-
dc.contributor.referee3Braga, Sérgio Roberto Oberhauser Quintanilha-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento Acadêmico de Construção Civilpt_BR
dc.publisher.programEngenharia Civilpt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVILpt_BR
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