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dc.creatorBudtinger, Natália-
dc.date.accessioned2026-02-12T18:28:08Z-
dc.date.available2026-02-12T18:28:08Z-
dc.date.issued2025-12-03-
dc.identifier.citationBUDTINGER, Natália. Microencapsulação de ácido ascórbico com pectina extraída do albedo de maracujá (Passiflora edulis). 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Química) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Francisco Beltrão, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/39365-
dc.description.abstractPectin is a polysaccharide widely used in microencapsulation processes due to its ability to form gels through the ionic gelation technique. In this work, pectin was extracted from the albedo of yellow passion fruit (Passiflora edulis) by acid hydrolysis with HNO₃ (50 mmol·L⁻¹), followed by drying, grinding, and particle size standardization (250 μm). The use of albedo as a raw material presents high technical and environmental viability, since this byproduct comprises about 50% of the total mass of the fruit and is usually discarded by the juice and pulp industry. In addition to reducing the volume of organic waste, its reuse adds value to the production chain, transforming an abundant residue into an accessible source of quality pectin, with yields comparable to those of industrial processes. The extraction was conducted for 30 and 60 minutes, resulting in yields of 13.30% to 18.98%, consistent with conventional processes. The degree of esterification (DE) ranged from 80.65% to 86.78%, classifying the samples as high DE pectins. Subsequently, an alkaline de-esterification process was performed to obtain low DE pectin. Structural characterization by infrared spectroscopy confirmed the presence of the characteristic functional groups of pectin and the reduction of methyl esters after de-esterification, demonstrating the effectiveness of the process. Microcapsules were produced using the ionic gelation technique, employing three types of pectin: de-esterified extracted pectin (PD), commercial pectin (PC), and high DE extracted pectin (PA), combined with sodium alginate. Three different concentrations of ascorbic acid were incorporated into each formulation. Macroscopic and scanning electron microscopy morphological characterization revealed marked structural differences between the samples: PD microcapsules presented a more uniform surface; PC microcapsules exhibited an intermediate morphology; and PA microcapsules showed an irregular structure, attributed to the high viscosity of the polymer solution and the lower availability of carboxyl groups for crosslinking with Ca²⁺. The release kinetics were evaluated in an acidic medium (pH 1.5) to simulate the physiological conditions of the stomach. PD microcapsules presented the most controlled and stable profile, reaching concentrations close to 60 μg·L⁻¹. PC microcapsules showed lower crosslinking density, while microcapsules exhibited continuous release and high final concentrations, although accompanied by less structural uniformity and the occurrence of ascorbic acid oxidation.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.subjectMaracujápt_BR
dc.subjectVitamina Cpt_BR
dc.subjectMicroencapsulaçãopt_BR
dc.subjectPectinapt_BR
dc.subjectPassion fruitpt_BR
dc.subjectVitamin Cpt_BR
dc.subjectMicroencapsulationpt_BR
dc.subjectPectinpt_BR
dc.titleMicroencapsulação de ácido ascórbico com pectina extraída do albedo de maracujá (Passiflora edulis)pt_BR
dc.title.alternativeMicroencapsulation of ascorbic acid with pectin extracted from the albedo of passion fruit (Passiflora edulis)pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoA pectina é um polissacarídeo amplamente utilizado em processos de microencapsulação devido à sua capacidade de formar géis por meio da técnica de gelificação iônica. Neste trabalho, realizou-se a extração de pectina a partir do albedo do maracujá-amarelo (Passiflora edulis) por hidrólise ácida a quente com HNO₃ (50 mmol·L⁻¹), seguida de secagem, trituração e padronização granulométrica (250 μm). A utilização do albedo como matéria-prima apresenta elevada viabilidade técnica e ambiental, uma vez que esse subproduto compõe cerca de 50% da massa total do fruto, sendo usualmente descartado pela indústria de sucos e polpas. Além de reduzir o volume de resíduos orgânicos, seu reaproveitamento agrega valor à cadeia produtiva, transformando um resíduo abundante em uma fonte acessível de pectina de qualidade, com rendimentos comparáveis aos de processos industriais. A extração foi conduzida por 30 e 60 minutos, resultando em rendimentos de 13,30% a 18,98%, compatíveis com processos convencionais. O grau de esterificação (DE) variou entre 80,65% e 86,78%, classificando as amostras como pectinas de alto DE. Posteriormente, foi realizado o processo de desesterificação alcalina para obtenção de pectina de baixo DE. A caracterização estrutural por espectroscopia no infravermelho confirmou a presença dos grupos funcionais característicos da pectina e a redução dos ésteres metílicos após a desesterificação, evidenciando a eficácia do processo. As microcápsulas foram produzidas pela técnica de gelificação iônica, empregando três tipos de pectina: pectina extraída desesterificada (PD), pectina comercial (PC) e pectina extraída de alto DE (PA), combinadas com alginato de sódio. Foram incorporadas três concentrações distintas de ácido ascórbico para cada formulação. A caracterização morfológica macroscópica e por microscopia eletrônica de varredura revelou diferenças estruturais marcantes entre as amostras: microcápsulas de PD apresentaram superfície mais uniforme; microcápsulas PC exibiram morfologia intermediária; e as microcápsulas PA mostraram estrutura irregular, atribuída à alta viscosidade da solução polimérica e à menor disponibilidade de grupos carboxila para reticulação com Ca²⁺. A cinética de liberação foi avaliada em meio ácido (pH 1,5), a fim de simular as condições fisiológicas do estômago. As microcápsulas PD apresentaram o perfil mais controlado e estável, atingindo concentrações próximas a 60 μg·L⁻¹. As microcápsulas PC apresentaram menor densidade de reticulação, enquanto as microcápsulas PA exibiram liberação contínua e concentrações finais elevadas, embora acompanhadas por menor uniformidade estrutural e ocorrência de oxidação do ácido ascórbico.pt_BR
dc.degree.localFrancisco Beltrãopt_BR
dc.publisher.localFrancisco Beltraopt_BR
dc.contributor.advisor1Canteri, Maria Helene Giovanetti-
dc.contributor.advisor-co1Schmitz, Ana Paula de Oliveira-
dc.contributor.referee1Canteri, Maria Helene Giovanetti-
dc.contributor.referee2Cassol, Tania Maria-
dc.contributor.referee3Souza, Leonardo Aparecido Ferreira-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programEngenharia Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICApt_BR
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