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dc.creatorBusquette, Osmar Cesar-
dc.date.accessioned2026-02-11T20:33:26Z-
dc.date.available2026-02-11T20:33:26Z-
dc.date.issued2025-11-27-
dc.identifier.citationBUSQUETTE, Osmar Cesar. Aptidão física e desempenho de tiro sob estresse: evidências de uma simulação de confronto armado e resgate da guarda municipal (Brasil). 2026. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/39358-
dc.description.abstractOperational police work is one of the most stressful and dangerous professions, especially for those working in operational roles exposed to armed confrontations. Being in good physical condition and maintaining precision and accuracy in shooting can make a difference in confronting violence. The objective of this study was to evaluate whether the level of physical conditioning of municipal guards interferes with ballistic performance (precision, accuracy, and total score) under conditions of low and high physical stress simulating an armed confrontation and victim rescue. Methods: Nineteen municipal guards from the city of Araucária/PR participated in this study (37.2 ± 7.6 years; 1.74 ± 0.07 m; 86.2 ± 11.1 kg; 95.4 ± 87.2 months of service). Each participant performed two shooting conditions at a shooting range: (i) low physical stress (walking course, no crawling, no mannequin rescue, and no time pressure) and (ii) high physical stress (zigzag running, crawling, mannequin rescue ≈30 kg). In both conditions, they fired 10 live rounds at 7 m against fixed targets (humanoid silhouette). The two conditions were performed on the same day in a random and balanced manner, with an interval of ~60 min between conditions. One week after the shooting, anthropometric tests (weight, height) and physical fitness tests were applied: Functional Movement Screen – FMS and vertical jump (both in uniform vs. With a tracksuit); dominant and non-dominant handgrip strength, Léger test, agility test – Shuttle run (both only with a tracksuit). Results: The paired t-test revealed a significant worsening in shooting performance under high physical stress, with lower precision (1.60 ± 0.52 vs. 0.65 ± 0.43 cm; p < 0.05), higher accuracy (11.21 ± 2.57 vs. 2.29 ± 4.78 cm; p < 0.05) and a reduction in the total score (33.16 ± 9.30 vs. 43.16 ± 7.37 pts; p < 0.05) compared to low stress. Physical exertion increased the subjective perception of effort (PSEBorg: 16.16 ± 2.77 vs. 6.32 ± 0.67; p < 0.05), post-test heart rate (130.63 ± 17.67 vs. 121.32 ± 14.88 bpm; p = < 0.05) and reduced task execution time (101.26 ± 10.49 sec. vs. 138.05 ± 15.73 s; p < 0.01), confirming the physiological impact of the task on shooting performance. Correlations indicated that, under high stress, longer service time (r = -0.504; p < 0.05), greater agility (r = -0.602; p < 0.05), and lower handgrip strength (r = -0.561; p < 0.05) were associated with better shooting performance (greater accuracy and score). Conversely, under low stress, higher VO2 (r = -0.583; p < 0.01) was associated with better shooting performance. Shorter Léger time (r = -0.591; p < 0.01) correlated with better accuracy and higher scores (r = 0.590 - 0.604; p < 0.01). Conclusion: Physical conditioning influences ballistic performance (shooting) differently depending on the level of physical stress applied. Under high exertion, excessive force can impair fine motor control, decreasing shooting performance, while aerobic endurance favors performance in less strenuous situations. These findings reinforce the importance of training programs that integrate strength, psychophysiological control, and performance under high physical demands, aiming to improve operational performance while safeguarding the lives of public safety officers and third parties.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_BR
dc.subjectTiroteio com a políciapt_BR
dc.subjectPoliciais - Estresse ocupacionalpt_BR
dc.subjectAptidão físicapt_BR
dc.subjectTreinamento policialpt_BR
dc.subjectEmpregos perigosospt_BR
dc.subjectPolice shootingspt_BR
dc.subjectPolice - Job stresspt_BR
dc.subjectPhysical fitnesspt_BR
dc.subjectPolice trainingpt_BR
dc.subjectHazardous occupationspt_BR
dc.titleAptidão física e desempenho de tiro sob estresse: evidências de uma simulação de confronto armado e resgate da guarda municipal (Brasil)pt_BR
dc.title.alternativePhysical fitness and shooting performance under stress: evidence from an armed confrontation and rescue simulation by the municipal guard (Brazil)pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoO trabalho policial operacional é uma das profissões mais estressantes e perigosas, sobretudo para aqueles que atuam em funções operacionais expostos a situações de confronto armado. Estar bem condicionado fisicamente e manter precisão e acurácia nos disparos pode representar um diferencial no enfrentamento à violência. O objetivo deste estudo foi avaliar se o nível de condicionamento físico de guardas municipais interfere no desempenho balístico (precisão, acurácia e pontuação total) sob condições de baixo e alto estresse físico simulando um confronto armado e resgate de vítima. Métodos: Participaram deste estudo 19 guardas municipais da cidade de Araucária/Pr (37,2 ± 7,6 anos; 1,74 ± 0,07 m; 86,2 ± 11,1 kg; tempo de serviço 95,4 ± 87,2 meses). Cada participante executou duas condições de disparos em estande de tiro: (i) baixo estresse físico (percurso caminhando, sem rastejo, sem resgate de manequim e sem pressão de tempo) e (ii) alto estresse físico (corrida em zigue-zague, rastejo, resgate de manequim ≈30 kg). Em ambas as condições efetuaram 10 disparos reais a 7 m contra alvos fixos (silhueta humanoide). As duas condições foram executadas no mesmo dia de forma aleatória e balanceada, com intervalo de ~60 min entre as condições. Uma semana após os disparos, foram aplicados testes antropométricos (peso, estatura) e de aptidão física Functional Movement Screen – FMS e salto vertical (ambos fardado vs com agasalho); força de preensão manual dominante e não dominante, teste de Léger, teste de agilidade – Shuttle run (ambos somente com agasalho). Resultados: O teste t pareado revelou piora significativa no desempenho dos disparos sob alto estresse físico, com menor precisão (1,60 ± 0,52 vs. 0,65 ± 0,43 cm; p < 0,05), maior acurácia (11,21 ± 2,57 vs. 8,29 ± 4,78 cm; p < 0,05) e redução da pontuação total (33,16 ± 9,30 vs. 43,16 ± 7,37 pts; p < 0,05) em comparação ao baixo estresse. O esforço físico elevou a percepção subjetiva de esforço (PSEBorg: 16,16 ± 2,77 vs. 6,32 ± 0,67; p < 0,05), FC pós‑teste (130,63 ± 17,67 vs. 121,32 ± 14,88 bpm; p = < 0,05) e redução do tempo de execução da tarefa (101,26 ± 10,49 segs. vs. 138,05 ± 15,73 s; p < 0,01), confirmando o impacto fisiológico da tarefa no desempenho dos disparos. As correlações indicaram que, sob alto estresse, maior tempo de serviço (r= -0,504; p < 0,05), maior agilidade (r= -0,602; p < 0,05) e menor força de preensão manual (r= -0,561; p < 0,05) estiveram associadas a melhor desempenho nos disparos (maior precisão e pontuação). Já sob baixo estresse, maior VO2 (r= -0,583; p < 0,01) e menor tempo de Léger (r= -0,591; p < 0,01) correlacionaram-se com melhor acurácia e maior pontuação (r=0,590 – 0,604; p < 0,01). Conclusão: O condicionamento físico influencia de forma distinta o desempenho balístico (disparos) conforme o nível de estresse físico é aplicado. Em esforços elevados, o excesso de força pode prejudicar o controle motor fino diminuindo o desempenho nos disparos, enquanto a resistência aeróbia favorece o desempenho em situações menos extenuantes. Tais achados reforçam a importância de programas de treinamento que integrem força, controle psicofisiológico e desempenho sob alta demanda física, visando a busca pela melhora no desempenho operacional resguardando a vida do agente de segurança pública e de terceiros.pt_BR
dc.degree.localCuritibapt_BR
dc.publisher.localCuritibapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0002-3372-1093pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7369072323631758pt_BR
dc.contributor.advisor1Paulo, Anderson Caetano-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7410-5110pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/8496217600578214pt_BR
dc.contributor.referee1Paulo, Anderson Caetano-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7410-5110pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/8496217600578214pt_BR
dc.contributor.referee2Bassan, Julio Cesar-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-6910-9077pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/1013760279588814pt_BR
dc.contributor.referee3Rodacki, Cintia de Lourdes Nahhas-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-4828-6824pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttps://lattes.cnpq.br/4018122727392842pt_BR
dc.contributor.referee4Perovano, Dalton Gean-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0002-2606-0189pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1069828219114673pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.subject.capesEducação Físicapt_BR
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