Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/39207
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorWahlbrink, Matheus Henrique-
dc.date.accessioned2026-01-20T13:39:58Z-
dc.date.available2026-01-20T13:39:58Z-
dc.date.issued2022-06-08-
dc.identifier.citationWAHLBRINK, Matheus Henrique. Análise de prova de carga estática em estaca hélice contínua e comparação com previsões semi-empíricas. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Civil) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Toledo, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/39207-
dc.description.abstractThe foundations reliability is hand in hand with economy and, in that sense, the foundations elements are designed so that to bear the applied load as long as they are not oversized. In Brazilian practice it is common to use semi-empirical formulations for design of foundations piles as to load-bearing capacity, which can bring approximate values or not of the real behavior of these structures. In fact there is not always full knowledge regarding the safety of foundations and, in many cases, the sizing is restricted to SPT reports. However, it is the methodology available and widely explored in the geotechnical practice. In this sense, the research seeks to analyze a Static Loading Test (SLT) carried out on a continuous flight auger pile located in the region of Itaboraí-RJ and compare it with semi-empirical load capacity estimates to determine the methodology that most approached the extrapolated value from the load-settlement curve. The estimate is based on the use of three SPT reports from the region of interest, classified as SP-81, SP-82 and SP-83, and also on the influence of the survey group (GS). SP-82 is the nearest to the tested pile. The SLT data were analyzed and it was verified the need to use reliable methodology for the extrapolation of the load-settlement curve, as there was no clear failure. Van der Veen (1953) was used to extrapolate the SLT for physical failure, obtaining a load of 1.227 KN. Conventional failure methodologies required the use of the Van der Veen curve (1953), as the SLT settlement data were not of the magnitude required for the analysis, and the graphical intersections of the methodologies occurred in stretches where settlement variations did not influence the value of failure. Due to the lack of development of the settlements, the methodology of Décourt’s Rigidity (1996) brought a debatable conventional failure value, therefore, the physical failure of Van der Veen (1953) was adopted as an analysis parameter. The methodologies that came closest to the failure value were those of Aoki-Velloso (1975) and Décourt-Quaresma (1982).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_BR
dc.subjectEngenharia geotécnicapt_BR
dc.subjectFundações (Engenharia)pt_BR
dc.subjectEstacas de concretopt_BR
dc.subjectGeotechnical engineeringpt_BR
dc.subjectFoundationspt_BR
dc.subjectConcrete pilingpt_BR
dc.titleAnálise de prova de carga estática em estaca hélice contínua e comparação com previsões semi-empíricaspt_BR
dc.title.alternativeStatic loading test analysis on continuous flight auger pile and comparison with semi-empirical evaluationspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoA confiabilidade das fundações caminha ao lado da economia e, nesse sentido, os elementos de fundação são concebidos de modo que suportem as cargas solicitantes ao passo que não sejam superdimensionados. Na prática brasileira é comum o uso de formulações semi-empíricas para dimensionamento de estacas quanto à capacidade de carga, as quais podem trazer valores aproximados ou não do real comportamento destas estruturas. Fato é que nem sempre há o pleno conhecimento no que diz respeito à segurança das fundações e, em muitos casos, o dimensionamento fica restrito a boletins de sondagens. Porém é a metodologia disponível e bastante explorada no meio geotécnico. Nesse sentido, a pesquisa busca analisar uma Prova de Carga Estática (PCE) realizada em estaca hélice contínua localizada na região de Itaboraí-RJ e comparar com estimativas de capacidade de carga semi-empíricas para a determinação da metodologia que mais se aproximou do valor extrapolado a partir da curva carga-recalque. A estimativa parte da utilização de três boletins da região de interesse, classificados como SP-81, SP-82 e SP-83, e também pela influência do grupo de sondagens (GS). A SP-82 é a sondagem próxima à estaca testada. Os dados da PCE foram analisados e constatou-se a necessidade da utilização de metodologias consagradas para a extrapolação da curva carga-recalque, pois não ocorreu ruptura nítida. Utilizou-se Van der Veen (1953) para extrapolação da PCE para ruptura física, obtendo uma carga de 1.227 KN. As metodologias de ruptura convencional necessitaram a utilização da curva de Van der Veen (1953), pois os dados de recalque da PCE não foram da magnitude necessária para as análises e, as interseções gráficas das metodologias ocorreram em trechos onde as variações de recalques não influenciavam mais o valor da ruptura. Devido à falta de desenvolvimento dos recalques, a metodologia da Rigidez de Décourt (1996) trouxe um valor de ruptura convencional discutível, portanto foi adotado a ruptura física de Van der Veen (1953) como parâmetro de análise. As metodologias que mais se aproximaram do valor de ruptura foram a de Aoki-Velloso (1975) e Décourt-Quaresma (1982).pt_BR
dc.degree.localToledopt_BR
dc.publisher.localToledopt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, Guilherme Alan Souza-
dc.contributor.referee1Costa, Guilherme Alan Souza-
dc.contributor.referee2Silva, Elmagno Catarino Santos-
dc.contributor.referee3Savaris, Gustavo-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programEngenharia Civilpt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVIL::GEOTECNICApt_BR
Aparece nas coleções:TD - Engenharia Civil

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
provacargaestatica.pdf2,54 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons