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Título: Chatgpt: inteligência artificial, pensamento e linguagem em questão
Título(s) alternativo(s): Chatgpt: artificial intelligence, thought and language in question
Autor(es): Walter, Bruno Eduardo Procopiuk
Orientador(es): Giménez Lugo, Gustavo Alberto
Palavras-chave: Programas de computador
ChatGPT (Programa de computador)
Processamento de linguagem natural (Computação)
Inteligência artificial
Redes neurais (Computação)
Aprendizagem por reforço
Computer programs
ChatGPT
Natural language processing (Computer science)
Artificial intelligence
Neural networks (Computer science)
Reinforcement learning
Data do documento: 9-Out-2025
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Curitiba
Citação: WALTER, Bruno Eduardo Procopiuk. Chatgpt: inteligência artificial, pensamento e linguagem em questão. 2025. Dissertação (Mestrado em Computação Aplicada) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2025.
Resumo: Não raro, mesmo entre estudiosos, ocorre de se atribuir ao ChatGPT (assim como a outras Ias) características antropomórficas. O uso de expressões como raciocínio, entendimento, inteligência, alucinação, pensamento e, até mesmo, consciência não se reduz, em alguns casos, à função metafórica. Neste trabalho, de caráter ensaístico, enfrenta-se a suposição de que a máquina, ao executar algoritmos de IA, é capaz de pensar ou falar, tal qual um ser humano. Tem-se, assim, por objetivo abordar esse “misto mal analisado” (DELEUZE, 2012), no qual natureza ou essências distintas são confundidas. Trata-se, em suma, de retomar, tendo o ChatGPT como cenário, as antigas questões: “podem as máquinas pensar?” e “podem as máquinas falar?”. Para isso, é feita, inicialmente, a apresentação técnica do ChatGPT, sem deixar, no entanto, de situá-la por intermédio de alguns atravessamentos políticos e sociais. Na sequência, dois grandes temas são abordados – Pensamento e Linguagem -, tendo por intuito traçar diferenças de natureza entre as máquinas técnicas e as máquinas viventes, entre o ChatGPT e os seres humanos. Em tal percurso, busca-se dar relevo às implicações de distintas imagens de pensamento e linguagem. Por fim, destacam-se limitações do ChatGPT como, por exemplo, sua incapacidade para lidar com os acontecimentos do presente.
Abstract: It is often the case, even among scholars, that ChatGPT (as well as other Ais) is attributed anthropomorphic characteristics. The use of expressions such as reasoning, understanding, intelligence, hallucination, thought and even consciousness is not, in some cases, reduced to a metaphorical function. In this essay, we tackle the assumption that the machine, when executing AI algorithms, is capable of thinking or speaking, just like a human being. The goal is to address this “badly analyzed composite” (DELEUZE, 2012), in which different natures or essences are confused. In short, with ChatGPT as a backdrop, the aim is to revisit the old questions: “can machines think?” and “can machines speak?”. To this end, ChatGPT is first presented technically, without forgetting to situate it through some political and social crossings. Two major themes are then addressed – Thought and Language – with the aim of outlining the differences in nature between technical machines and living machines, between ChatGPT and human beings. In doing só, we seek to highlight the implications of different images of thought and language. Finally, ChatGPT’s limitations are highlighted, such as its inability to deal with the events of the present.
URI: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/38908
Aparece nas coleções:CT - Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada

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