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dc.creatorKreuzberg, Thais Cristina-
dc.date.accessioned2025-09-26T13:37:00Z-
dc.date.available2025-09-26T13:37:00Z-
dc.date.issued2025-06-10-
dc.identifier.citationKREUZBERG, Thais Cristina. Avaliação de compostos fenólicos e atividade antioxidante em flores de Hibiscus rosa-sinensis L. com diferentes colorações. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/38401-
dc.description.abstractHibiscus rosa-sinensis L., traditionally used in ornamentation, has been gaining prominence as a non-conventional food plant (NCFP) due to its nutritional and functional potential. Its flowers, in addition to presenting ornamental beauty, stand out as potential sources of bioactive compounds with antioxidant activity. The evaluation and quantification of its chemical properties is relevant to increase consumption, as an accessible and healthy alternative to food. In this study, the concentration of total phenolic compounds and antioxidant activity were evaluated, via the DPPH method, in flowers with different colors (red, dark pink, pink, light pink, salmon and yellow), in fresh and dehydrated forms. The extracts were obtained by maceration in methanol, and the analyses were conducted by spectrophotometry. The statistical analysis indicated a significant interaction between the state of the flower and its color. The data suggest that both colouration and post-harvest processing directly influence the antioxidant potential and phenolic content of hibiscus flowers, which reinforces the importance of using this species as a natural source of antioxidants. The results demonstrated that the dehydrated flowers presented greater antioxidant activity, with emphasis on the yellow coloration (0.1573 mM ET g-1). The extracts of the dehydrated flowers also presented higher levels of phenolic compounds, with the highest value recorded for the light pink flower (3.106 mg EAG g-1).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.subjectAntioxidantespt_BR
dc.subjectFenóispt_BR
dc.subjectHibiscopt_BR
dc.subjectCor dos alimentospt_BR
dc.subjectPlantas comestíveispt_BR
dc.subjectAntioxidantspt_BR
dc.subjectPhenolspt_BR
dc.subjectHibiscuspt_BR
dc.subjectColor of foodpt_BR
dc.subjectPlants, Ediblept_BR
dc.titleAvaliação de compostos fenólicos e atividade antioxidante em flores de Hibiscus rosa-sinensis L. com diferentes coloraçõespt_BR
dc.title.alternativeEvaluation of phenolic compounds and antioxidant activity in Hibiscus rosa-sinensis L. flowers with different colorspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoHibiscus rosa-sinensis L., tradicionalmente utilizado na ornamentação, vem ganhando destaque como planta alimentícia não convencional (PANC) devido ao seu potencial nutricional e funcional. As suas flores além de apresentarem beleza ornamental, destacam-se como potenciais fontes de compostos bioativos com atividade antioxidante. A avaliação e quantificação de suas propriedades químicas é relevante para ampliar o consumo, como alternativa acessível e saudável a alimentação Neste trabalho, avaliou-se a concentração de compostos fenólicos totais e a atividade antioxidante, via método DPPH, em flores com diferentes colorações (vermelha, rosa-escura, rosa, rosa-clara, salmão e amarela), nas formas fresca e desidratada. Os extratos foram obtidos por maceração em metanol e as análises foram conduzidas por espectrofotometria. A análise estatística indicou interação significativa entre o estado da flor e sua coloração. Os dados sugerem que tanto a coloração quanto o processamento pós-colheita influenciam diretamente o potencial antioxidante e o conteúdo fenólico das flores de hibisco, o que reforça a relevância do uso dessa espécie como fonte natural de antioxidantes. Os resultados demonstraram que as flores desidratadas apresentaram maior atividade antioxidante, com destaque para a coloração amarela (0,1573 mM ET g-1). Os extratos das flores desidratadas também apresentaram teores mais elevados de compostos fenólicos, sendo o maior valor registrado para a flor rosa-clara (3,106 mg EAG g -1).pt_BR
dc.degree.localPato Brancopt_BR
dc.publisher.localPato Brancopt_BR
dc.contributor.advisor1Pereira, Giovana Faneco-
dc.contributor.advisor-co1Oliveira, Marisa de Cácia-
dc.contributor.referee1Pereira, Giovana Faneco-
dc.contributor.referee2Ferronato, Marlene de Lurdes-
dc.contributor.referee3Finatto, Taciane-
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento Acadêmico de Ciências Agráriaspt_BR
dc.publisher.programAgronomiapt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApt_BR
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