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dc.creatorPaula, Vinícius Samuel da Silva de-
dc.date.accessioned2024-07-29T18:44:53Z-
dc.date.available2024-07-29T18:44:53Z-
dc.date.issued2024-03-18-
dc.identifier.citationPAULA, Vinicius Samuel da Silva de. Arrebatador e abominável: o grotesco em Peles, de Eduardo Casanova. 2024. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagens) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/34282-
dc.description.abstractThe film Skins (2017), directed by the controversial film-maker Eduardo Casanova, is populated by deformed characters in search of acceptance. Holding the potential to be perceived as both rapturing and abominable, the work mobilizes contradictory filmic devices, which result in the production of intense affects. This study seeks to discuss the aesthetics that encompass this union of contrasting elements. The theory of the grotesque was employed, centered on the authors Shun-Liang Chao, Michel Chaouli, Victor Hugo, Charles Baudelaire, and Mikhail Bakhtin. Research has shown that the grotesque functions, in the film, as an impulse to subvert melodrama. It attacks, on the one hand, part of its formal and ideological conventions and, on the other, it preserves and enhances what is most fundamental: emotional rapture. The rupture of the classical distance between subject and aesthetic object, carried out through the grotesque and complemented by a fragmentary realism, is productive of both shock and identification with the characters. We argue that the abominable aspect of the film is centered on the grotesque body of the character Samantha, which has an anus instead of a mouth, thus embodying the bodily taboos of deformation and obscenity, as well as the linguistic taboo (asshole) resulting from first two. This bodily configuration can awaken, in the susceptible spectator, the feeling of an imaginary threat linked to the taboo, which we illustrate with examples from anthropology collated by Freud.pt_BR
dc.description.sponsorshipUniversidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paranápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_BR
dc.subjectGrotescopt_BR
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectMelodrama no cinemapt_BR
dc.subjectCinema - Estéticapt_BR
dc.subjectTabupt_BR
dc.subjectGrotesquept_BR
dc.subjectAestheticspt_BR
dc.subjectMelodrama in motion picturespt_BR
dc.subjectMotion pictures - Aestheticspt_BR
dc.subjectTaboopt_BR
dc.titleArrebatador e abominável: o grotesco em Peles, de Eduardo Casanovapt_BR
dc.title.alternativeRapturing and abominable: the grotesque in Skins, by Eduardo Casanovapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.description.resumoO filme Peles (2017), dirigido pelo polêmico cineasta Eduardo Casanova, é populado por personagens deformadas em busca de aceitação. Guardando o potencial de ser percebido tanto como arrebatador quanto como abominável, a obra mobiliza expedientes fílmicos contraditórios, que resultam na produção de afetos intensos. Este estudo busca discutir a estética que abarca essa união de elementos contrastantes. Para isso, a teoria do grotesco foi empregada, centrada nos autores Shun-Liang Chao, Michel Chaouli, Victor Hugo, Charles Baudelaire e Mikhail Bakhtin. A pesquisa mostrou que o grotesco funciona, no filme, como um impulso de subversão ao melodrama. Ataca, por um lado, parte de suas convenções formais e ideológicas e, por outro, preserva e potencializa o que lhe é mais basilar: o arrebatamento emocional. O rompimento do distanciamento clássico entre sujeito e objeto estético, realizado por meio do grotesco e complementado por um realismo fragmentário, é produtivo tanto de choque quanto de identificação com os personagens. Argumentamos que o aspecto abominável do filme está centrado no corpo grotesco da personagem Samantha, que tem o ânus no lugar da boca, encarnando assim os tabus corporais da deformação e da obscenidade, bem como o tabu linguístico (cara-de-cu) consequente dos dois primeiros. Essa configuração corporal pode despertar, no espectador suscetível, o sentimento de uma ameaça imaginária ligado ao tabu, o que ilustramos com exemplos da antropologia colididos por Freud.pt_BR
dc.degree.localCuritibapt_BR
dc.publisher.localCuritibapt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-8197-5023pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6639163747591861pt_BR
dc.contributor.advisor1Almeida, Rogério Caetano de-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2030-7811pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7757449325949159pt_BR
dc.contributor.referee1Abeche, Daniel Pala-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6442-2753pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8230857079961290pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Rogério Caetano de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2030-7811pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7757449325949159pt_BR
dc.contributor.referee3Moraes, Paulo Eduardo Benites de-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-5809-0956pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3962134722733310pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos de Linguagenspt_BR
dc.publisher.initialsUTFPRpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::CINEMApt_BR
dc.subject.capesLetraspt_BR
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